Foggy
Flutuo entre memórias desbotadas de anos passados
entre paredes virtuais de valores e consensos
mergulho bem fundo nas melodias perdidas em mim
e acabo sentada numa pedra filosofal, num qualquer canto da minha "alma"
Queria a nitidez, com que vejo o dia a dia,
presente no que já passou e ficou em mim
mas os vidros da memória embaciam-se,
e fico alheada do passado, perdida num presente em que sinto que situações se repetem
sem conseguir associá-las ao que lutei para manter guardado numa gavetinha secreta do meu ser.
A memória é falível, é um facto
mas e a memória que não pode falhar?
Quando falha.... o que acontece?
Receio-o com todas as minhas forças
e tremo por dentro quando a sinto a escorregar por entre os meus dedos
sem que a consiga agarrar ou suster.
entre paredes virtuais de valores e consensos
mergulho bem fundo nas melodias perdidas em mim
e acabo sentada numa pedra filosofal, num qualquer canto da minha "alma"
Queria a nitidez, com que vejo o dia a dia,
presente no que já passou e ficou em mim
mas os vidros da memória embaciam-se,
e fico alheada do passado, perdida num presente em que sinto que situações se repetem
sem conseguir associá-las ao que lutei para manter guardado numa gavetinha secreta do meu ser.
A memória é falível, é um facto
mas e a memória que não pode falhar?
Quando falha.... o que acontece?
Receio-o com todas as minhas forças
e tremo por dentro quando a sinto a escorregar por entre os meus dedos
sem que a consiga agarrar ou suster.
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