Porque existe uma bolha em torno de nós, invisível
- o nosso espaço
por vezes selamos pactos
sem troca de palavras
ou olhares
Quem se aproxima não desdenha ou força entrada
- no nosso espaço
E é esse pseudo-contrato, que não questionamos
e permanece guardado numa gaveta inata da mente,
que limita o nosso espaço
e é tão simples ou descomplicado
que não exige ponderação ou discussões
apenas uma percepção quase animal
do espaço,
que para ser nosso não precisa de ser conquistado.
E caso seja violado, sem querer,
o eriçar do pelo, ao se esbarrar contra essa lamela de electricidade estática
- incómoda ao toque, sem no entanto ferir
leva-nos de novo a esse pacto,
que sem precisar de aperto de mão,
cuspo ou sangue,
se encontra selado.
- o nosso espaço
por vezes selamos pactos
sem troca de palavras
ou olhares
Quem se aproxima não desdenha ou força entrada
- no nosso espaço
E é esse pseudo-contrato, que não questionamos
e permanece guardado numa gaveta inata da mente,
que limita o nosso espaço
e é tão simples ou descomplicado
que não exige ponderação ou discussões
apenas uma percepção quase animal
do espaço,
que para ser nosso não precisa de ser conquistado.
E caso seja violado, sem querer,
o eriçar do pelo, ao se esbarrar contra essa lamela de electricidade estática
- incómoda ao toque, sem no entanto ferir
leva-nos de novo a esse pacto,
que sem precisar de aperto de mão,
cuspo ou sangue,
se encontra selado.
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