Promontório
Porque ajo por vezes
Como hirto promontório?
Nada me atinge,
Não há mágoa…
E o sofrer repele-o a água.
E então a vida avança
Pelas vagas inconstantes
E envolve meros humanos.
Fá-los navegantes.
Felicidade…
Busco-a no mar da vida!
Logo a vaga se rasga
E se abate sobre mim
Mas olha em frente
Busca novas!
Lutar tem nunca fim!
Firme permaneço
Aninho-me e logo esqueço.
O vai e vem que me perturba
Torna-se num embalar…
E adormeço.
O mar agita-se
Farta-se da mesma calma,
As vagas desfazem-se
Salpicam-nos a alma!
Seco-me no vento
Dos pedaços de mar,
Na areia me sento
E me perco a sonhar.
Como hirto promontório?
Nada me atinge,
Não há mágoa…
E o sofrer repele-o a água.
E então a vida avança
Pelas vagas inconstantes
E envolve meros humanos.
Fá-los navegantes.
Felicidade…
Busco-a no mar da vida!
Logo a vaga se rasga
E se abate sobre mim
Mas olha em frente
Busca novas!
Lutar tem nunca fim!
Firme permaneço
Aninho-me e logo esqueço.
O vai e vem que me perturba
Torna-se num embalar…
E adormeço.
O mar agita-se
Farta-se da mesma calma,
As vagas desfazem-se
Salpicam-nos a alma!
Seco-me no vento
Dos pedaços de mar,
Na areia me sento
E me perco a sonhar.
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