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Como eu desejava poder ser imaterial
Ser a poeira que viaja no vento!
Só queria ser levada,
Através do tempo…
Ser velada e - nem mais, receber alento!
E se a brisa me embalasse
Eu saberia.
Eu saberia o que é esse mundo de que falam.
Quantos grãos do meu ser
Poderiam sentir!
Quanta da minha essência
Passaria a existir!
Ah, mas não sei do que sou feita!
Como posso acreditar que a minha matéria é…
Flutuante?
Como posso acreditar que sou poeira
Se me sinto inestética neste sonho…
Com a elegância de um elefante!
E sou um todo!
Não sou divisível!
Mas se este todo fosse formado por pequenos grãozinhos…
Oh! Que pólen suculento teria eu sido!
E teriam vindo insectos
Que beberiam de mim!
Enfim…
Sou humana.
Nem todo, nem divisível!
Estou cepticamente crente…
De que sonho com o impossível!
Como eu quero ser vida,
Sem nunca ter fim!
…como sou tola!
Os sonhos não passam disso, não senhor!
E eu, e eu…
Sou só mais uma céptica, que acredita no amor!
Ser a poeira que viaja no vento!
Só queria ser levada,
Através do tempo…
Ser velada e - nem mais, receber alento!
E se a brisa me embalasse
Eu saberia.
Eu saberia o que é esse mundo de que falam.
Quantos grãos do meu ser
Poderiam sentir!
Quanta da minha essência
Passaria a existir!
Ah, mas não sei do que sou feita!
Como posso acreditar que a minha matéria é…
Flutuante?
Como posso acreditar que sou poeira
Se me sinto inestética neste sonho…
Com a elegância de um elefante!
E sou um todo!
Não sou divisível!
Mas se este todo fosse formado por pequenos grãozinhos…
Oh! Que pólen suculento teria eu sido!
E teriam vindo insectos
Que beberiam de mim!
Enfim…
Sou humana.
Nem todo, nem divisível!
Estou cepticamente crente…
De que sonho com o impossível!
Como eu quero ser vida,
Sem nunca ter fim!
…como sou tola!
Os sonhos não passam disso, não senhor!
E eu, e eu…
Sou só mais uma céptica, que acredita no amor!
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