Egoísmo Poeta
Meu mar
é de um azul invejável
cor que apenas meus olhos vêem
que apenas minhas palavras conhecem
e Meu céu?!
de uma leveza sonhadora
sem nuvens escuras, como céu de outros,
ou tintas estranhas.
Meu céu é sem manhas.
Minha Areia, ah! minha areia..
tão quente sem, no entanto, escaldar
E macia! sob os meus dedos encontra abrigo
e os envolve e os beija.
Minha areia conhece em mim amigo.
E minha poesia?
meus poemas, meus...
não sabem dono, perdem-se de mim...!
Crio. E assine, ou não,não os reconheço, são estrangeiros,
distantes da minha língua quando os projecto....
Tão longe os lanço, quando arrancados de minha alma!
Sem corda que os lace, e os traga para mim
correm livres, como Meus cavalos,
que pastam em meu peito,
mas os meus poemas não alcançam minhas mãos.
a Meus poemas não posso afagar o dorso.
é de um azul invejável
cor que apenas meus olhos vêem
que apenas minhas palavras conhecem
e Meu céu?!
de uma leveza sonhadora
sem nuvens escuras, como céu de outros,
ou tintas estranhas.
Meu céu é sem manhas.
Minha Areia, ah! minha areia..
tão quente sem, no entanto, escaldar
E macia! sob os meus dedos encontra abrigo
e os envolve e os beija.
Minha areia conhece em mim amigo.
E minha poesia?
meus poemas, meus...
não sabem dono, perdem-se de mim...!
Crio. E assine, ou não,não os reconheço, são estrangeiros,
distantes da minha língua quando os projecto....
Tão longe os lanço, quando arrancados de minha alma!
Sem corda que os lace, e os traga para mim
correm livres, como Meus cavalos,
que pastam em meu peito,
mas os meus poemas não alcançam minhas mãos.
a Meus poemas não posso afagar o dorso.
tão bonitooo!! x)
ResponderEliminarparabéns linda, escreves com a alma de um poeta!
Carol FMV